Quinta-feira, Agosto 13, 2009

AS PIRÂMIDES DO EGITO


Das sete maravilhas do mundo antigo, as pirâmides são as únicas sobreviventes. Foram construídas por volta de 2690 a.C, a 10 km do Cairo, capital do Egito. A maior delas foi construída por Quéops, o mais rico dos faraós. Empregou 100 mil operários durante 20 anos. As outras grandes pirâmides são as de Quéfren e a de Miquerinos. Miquerinos era filho de Quéops e construiu a mais cara de todas elas.

Há algumas versões sobre essas pirâmides, segundo autores bizantinos, baseadas numa tradição judia, elas teriam sido os celeiros construídos por José para neles conservarem os cereais que recebeu dos egípcios durante os sete anos de abundancia e que os vendeu durante os tempos de escassez, existem nestes monumentos diques destinados a susterem as areias que o vento do deserto remove.

Os antigos acreditavam na imortalidade da alma, que vinha mais tarde em busca do corpo sem vida. Era preciso encontrá-lo em bom estado. Esta crença viveu por muitos séculos nos povos da antiguidade. Segundo Heródoto, a construção de tais pirâmides exigiu 30 anos de serviço ininterrupto e nelas foram empregados cerca de 100 mil homens, que trabalharam em média, 10 horas por dia.

Não se sabe ao certo como as gigantescas pedras foram transportadas até o cume da obra colossal. Constam-se que, durante os trabalhos de suspensão dos famosos blocos de pedra, sucumbiram, esmagados, cerca de 10.000 operários.

O FAROL DE ALEXANDRIA


A história do Farol começa com a fundação da cidade de Alexandria pelo conquistador macedônico, Alexandre o grande, em 332 a.C.. Alexandre fundou pelo menos 17 cidades chamadas Alexandria, em diferentes localizações do seu vasto domínio. A maioria delas desapareceu, mas Alexandria no Egito sobreviveu por séculos e continua, até mesmo nos dias atuais. Alexandre morreu logo depois, em 323 a.C. e a cidade foi completmentada por Ptolomeu Soter, o novo líder do Egito. Sob o comando de Ptolomeu, a cidade se tornou rica e própera.

De qualquer jeito, a cidade precisava de um símbolo e de um mecanismo para guiar os navios comerciais no movimentado porto. Ptolomeu autorizou a construção do Farol em 290 a.C., e, quando foi completado 20 anos depois, era a primeira e a mais alta construção existente, com exceção da Grande Pirâmide. O designer do farol foi Sóstrates de Knidos. Orgulhoso de seu trabalho, ele desejava ter seu nome na fundação. Ptolomeu II, filho de Ptolomeu, recusou seu pedido, querendo que seu nome fosse o único a estar inscrito na construção. Homem inteligente, Sóstrates inscreveu o seguinte : "Sostrates filho de Dexifanes de Knidos em nome de todos os marinheiros para os deuses salvadores", e então cobriu com um gesso. E no gesso, ele escreveu o nome de Ptolomeu. Com o tempo, o gesso envelheceu e saiu, revelando a declaração de Sóstrates. O farol foi construído sobre a ilha de Pharos, e logo adquiriu esse nome. A ligação do nome, com a função foi tão forte, que a palavra Pharos se tornou sinônimo de Lighthouse (em inglês), e nas línguas latinas, pegou significado próprio : Farol.
O farol é todo de mármore e com 120 metros de altura - três vezes o Cristo Redentor no Rio de Janeiro. Com três estágios superpostos - o primeiro, quadrado; o segundo, octogonal; e o terceiro, cilíndrico -, dispunha de mecanismos que assinalavam a passagem do Sol, a direção dos ventos e as horas. Por uma rampa em espiral chegava-se ao topo, onde à noite brilhava uma chama para guiar os navegantes. Compreende-se a avançada tecnologia: Alexandria tinha-se tornado naquela época um centro de ciências e artes para onde convergiam os maiores intelectuais da Antigüidade

Quinta-feira, Julho 23, 2009

Impressionismo


















O Impressionismo foi um movimento artístico que revolucionou profundamente a pintura e deu início às grandes tendências da arte do século XX. Surgido na França em 1874, o impressionismo foi um movimento artístico que passou a explorar, de forma conjunta, a intensidade das cores e a sensibilidade do artista. A denominação “impressionismo” foi dada após a declaração pejorativa do crítico de arte francês Louis Leroy ao ver a tela “Impression du Soleil Levant”, de Monet. Uma das características principais da pintura impressionista é a questão principalmente da luz, além do movimento. Esses Artistas preferem a natureza para pintar onde podem melhor captar a luz e as nuances das cores, pois cada objeto observado adquire colorações diversas ao serem refletidas pela luz natural.
Alguns foram os pintores que se destacaram nesse tipo de pintura, dentre os quais Claude Monet, Eduard Manet, Edgar Degas , Seurat e August Renoir, sendo de Claude Monet, dentre outros, o quadro , "Impressão do Nascer do Sol" de deu nome a essa tendência.
No Brasil, destaca-se o pintor Eliseu Visconti, ele já não se preocupa mais em imitar modelos clássicos; procura, decididamente, registrar os efeitos da luz solar nos objetivos e seres humanos que retrata em suas telas. Ganhou uma viagem à Europa, onde teve contato com a obra dos impressionistas. A influência que recebeu desses artistas foi tão grande que ele é considerado o maior representante dessa tendência na pintura brasileira. Obra destacadas são: Trigal e Maternidade.

Sábado, Junho 27, 2009

CANÇÃO DA TARDE NO CAMPO by Cecília Meirelles


Caminho do campo verde estrada depois de estrada.
Cercas de flores, palmeiras, serra azul, água calada.
Eu ando sozinha no meio do vale. Mas a tarde é minha.
Meus pés vão pisando a terra
Que é a imagem da minha vida: tão vazia mas tão bela,
tão certa, mas tão perdida!
Eu ando sozinha por cima de pedras. Mas a flor é minha.
Os meus passos no caminho são como os passos da lua;
vou chegando, vai fugindo, minha alma é a sombra da tua.
Eu ando sozinha por dentro de bosques.
Mas a fonte é minha.
De tanto olhar para longe,
não vejo o que passa perto, meu peito é puro deserto.
Subo monte, desço monte.
Eu ando sozinha ao longo da noite.
Mas a estrela é minha

Sexta-feira, Junho 26, 2009

Ainda a Amazônia

BERTA B. BECKER Continuando nossos estudos sobre a Amazônia, agora estou lendo um livro muito bom "Amazônia - Geopolítica na virada do III milênio, de Berta K.Becker, do qual deixo a vocês amantes da geografia uma pequena 'palhinha';


MUDANÇAS ESTRUTURAIS EM FINS DO SÉCULO XX

.....a Amazônia não é mais a mesma dos anos 60. Dentre as mudanças que ocorrem destacam-se:
a) a concectividade, permitindo à região comunicar-se internamente, com o resto do país e do exterior, rompendo com sua condição de "ilha voltada para o exterior;
b) a estutura da econômia, que se transformou com a industrialização; hoje, a a região ocupa o segundo lugar no país na exploração mineral e o terceiro lugar na produção de bens de consumo duráveis;
c) a urbanização, alterando de tal modo a estrutura do povoamento que a Amazônia é hoje uma floresta urbanizada, com 69,07 % dos seus 20 milhões de habitantes vivendo em núcleos urbanos, com importante papel na dinâmica regional;
d) a mudança na estrutura da sociedade regional - envolvendo diversificação social, consientização e aprendizado político, fruto da conectividade, da mobilidade populacional e urbanização - é, provavelmente, a mais importante transformação ocorrida, expressa na organização da sociedade civil e no despertar da região para as conquistas da cidadania;

.............Bem, quem quiser saber mais é só comprar o livro.