sexta-feira, março 09, 2012

O ano de 2012




O ano de 2012 começou para muita gente como todo ano começa. Cheio de novas esperanças. Mas para alguns é o início do "fim", já bastante propalado por aqueles que temem ser este o final da vida na Terra e citam para isso o calendário Maia. Mas o que terminará para alívio de muitos é apenas um ciclo desse calendário, que termina em 21.12.2012.
Mas quem foram os Maias? Há 3.000 anos a civilização maia habitou a região que abrange o sul do México e América Central e antes da chegada dos espanhóis os maias foram incorporados pelo Império Asteca. Mesmo com uma economia predominantemente agrícola os maias são considerados os detentores da mais sofisticada e bela arte do Novo Mundo antigo. Além de construírem edificações notáveis como palácios, pirâmides, templos e observatórios astronômicos, eles desenvolveram escrita hieroglífica, mapearam fases e cursos de diversos corpos celestes e criaram um calendário considerado um dos mais precisos de todos os tempos.
Mas de onde vem a teoria de que o mundo terminaria em 2012? Tudo teve origem no monumento nº 6 do sítio arqueológico de Tortuguero e em um ladrilho com hieróglifos localizado em Comalcalco, ambos centros cerimoniais em Tabasco, no sudeste do México. O primeiro faz alusão a um evento místico que ocorreria no dia 21 de dezembro de 2012, durante o solstício do inverno, quando Bahlam Ajaw, um antigo governante do lugar, se encontra com Bolon Yokté, um dos deuses que, na mitologia maia, participaram do início da era atual. Mas, segundo os cientistas do Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah), uma revisão das estelas pré-hispânicas - monumentos líticos, feitos em um único bloco de pedra - indica que, na verdade, nessa data de dezembro do ano os maias esperavam simplesmente o regresso de Bolon Yokté.
Portanto, meus amigos, vivam a vida plenamente e deixem de lado essa "coisa de fim de mundo". A vida é preciosa e deve ser vivida intensamente e cabe somente a Deus dizer quando será o fim. Mas, pessoalmente não acredito que exista um fim, pois segundo Lavoisier na natureza nada se cria, nada se perde e tudo se transforma.