segunda-feira, março 05, 2007

Que maravilha de Toquinho - Jorge Benjor




Nessa nossa terra chove muito. Mas alguma coisa de boa pode acontecer. Quem sabe encontrar "toda molhada" com o seu amor?




Lá fora está chovendo.
Mas assim mesmo
Eu vou correndo
Só pra ver o meu amor.
Ela vem toda de branco.
Toda molhada e despenteada,
Que maravilha,
Que coisa linda
Que é o meu amor.
Por entre bancários, automóveis,
Ruas e avenidas
Milhões de buzinas
Tocando sem cessar.
Ela vem chegando de branco, Meiga, linda e muito tímida.
Com a chuva molhando seu corpo
Que eu vou abraçar.
E a gente no meio da rua,
Do mundo, no meio da chuva,
A girar,
Que maravilha,
Que maravilha,
Que maravilha.

domingo, março 04, 2007

Você sabe como tirar óleo da semente de andiroba?

Hoje, conversando com minha mãe ela me deu uma receita de como tirar óleo da semente de andiroba. Achei isso interessante, porque são coisas da vida do caboclo amazônico que vão se perdendo com o passar do tempo. Bem, aí vai a receita:

Junte as sementes caídas da árvore, coloque-as para fever por alguns minutos. Após escorra a água e deixe as sementes para macerar , por alguns dias (4 ou 5) em uma vasilha tampada. Depois quebre as sementes, retirando o "miolo", amasse a massa retirada formando pequenas bolas. Coloque-as ao sol para secar em um recepiente que possua um declive, facilitando que o óleo escorra para outro recepiente colocado logo abaixo do primeiro. Não se preocupe se no porcesso ocorrer o surgimento de algumas larvas (conhecidas pelos caboclos como tapurus), pois dizem que o óleo será de melhor qualidade.

terça-feira, fevereiro 27, 2007

As mais belas praias do Tapajós

As Praias do Tapajós Ao longo dos seus 1992 quilômetros de extensão, as águas cristalinas do rio Tapajós formam lindas praias exóticas e primitivas. Na época das chuvas, algumas delas chegam a desaparecer, mas quando o rio baixa surgem as águas esverdeadas, com areia branca e finíssima. Do lado esquerdo ou direito do rio, são dezenas de praias fantásticas compondo o cenário da "Pérola do Tapajós". Algumas delas são de fácil acesso. Outras nem tanto. Mas todas de beleza indiscutível. À margem direito elas são um total de 10 praias (Alter-do-Chão, Ponta do Cururu, Ponta de Pedras, Jutuba, Caraparanaí, Pajuçara, Arariá, Maria José, Salvação e Maracanã). Entre as mais visitadas e belas, destacam-se:
Maracanã
É a praia mais próxima do centro da cidade e também a mais procurada. Fica a menos de cinco quilômetros da área urbana. O acesso pode ser via fluvial ou terrestre. Quando o nível do rio baixa, aparecem a areia branca e os lagos transparentes. Para os visitantes, barracas e bares que vendem pratos à base de peixes da região, como o tucunaré à manteiga.

Arariá
Considerada uma das praias exóticas da região. Não dispõe de infraestrutura para receber visitantes. O acesso também é difícil: somente por via fluvial. A marca do lugar é a areia branquíssima. Vale conhecer pelo ar ainda primitivo que a praia oferece.

Ponta de Pedras
Por causa do fácil acesso (tanto por via terrestre quanto fluvial), é uma das mais procuradas pelos visitantes. Distante 35 quilômetros do centro da cidade, a praia se destaca por sua formação rochosa. Dispõe de infraestrutura turísica, com barracas de alimentação e bebida

Alter-do-Chão
É o principal balneário do município e também um dos mais belos da região Amazônica. Entre os atrativos da vila é o lendário Lago Verde ou Lago dos Muiraquitãs. Distante 30 quilômetros da cidade, a vila de Alter-do-Chão possui infraestrutura turística, com pousadas, restaurantes e barracas nas praias, além de lojas de artesanato e museus. A praia tem areia branca e fina, com águas claras. Situada na garganta de uma enseada, a travessia para praia na ponta da enseada pode ser feita a nado, a pé ou em uma pequena canosa, só depende do nível do rio.

Maria José
Também é uma das praias que ficam bem pertinho do centro da cidade, em frente ao Aeroporto Internacional, mas o acesso só pode ser feito através de via fluvial.
Além das praias do Tapajós, um importante alfuente desse rio forma praias tão belas quanto as do Tapajós. É o rio Arapiuns. Durante o verão, suas margens são cobertas por praias de areias brancas e finas. Praias selvagens, que têm acesso exclusivo por via fluvial. Também às margens do Arapiuns se escondem pequenas vilas, onde seus moradores levam uma vida simples que reflete a cultura índigena na utilização da terra e da pesca. O material doméstico utilizado pelos moradores, por exemplo, é todo proveniente da floresta. E o Arapiuns reserva também um belo espetáculo aos visitantes. É a Cachoeira do Aurã, no rio Aruãa, afluente do Arapiuns. Formada por duas quedas d'água, a cachoeira atrai turistas por sua beleza.

sábado, fevereiro 24, 2007

SANTARÉM - PARÁ


HISTÓRIA DE SANTARÉM

O município de Santarém, a pérola do Tapajós, esta localizado na Região norte do Brasil no oeste paraense, situada a margem direita do rio tapajós na confluência do rio Amazonas. Mas a sua história de origem inicia com a tribo dos índios Tupaiu, um povo desconhecido, primeiros habitantes desta região, que apresentava uma cultura bastante avançada. O primeiro contato dos brancos (silvícolas) com este povo aconteceu no ano de 1542, quando que a expedição de Francisco Orellana saqueou as plantações de roças e milhos desses índios. Em 1626 dar-se a chegada de novos habitantes em nossa região, na sua maioria portuguesa. Em maio de 1661 chegaram ao rio tapajós por determinação do padre Antonio Vieira os padres Gaspar e Tomé e no mês de junho do mesmo ano, aporta á aldeia dos tapajós Frei João Felipe Bettendorf que fundou a missão dos Tapajós e ergueu a Capela de Nossa Senhora da Conceição. A aldeia dos Tapajós como era chamada foi elevada a categoria de vila, em março de 1758 recebendo o nome de Santarém e em 22 de junho de 1661 o padre João Felipe Bettendorf marca oficialmente a fundação da cidade de Santarém.Santarém é uma localidade apaixonante cercada pela areia branca de suas belas praias e em permanente contato natural com a floresta que a protege.

Texto: Soila Ruiz

A Bandeira do Estado do Pará


A bandeira do Estado do Pará foi aprovada pela Câmara Estadual em 03 de junho de 1890, por proposta apresentada pelo deputado Higino Amanajás.

Na verdade, antes mesmo de ser oficializada como símbolo do Estado, representava o Clube Republicano Paraense. Por isso, tremulou, pela primeira vez, por ocasião da adesão do Pará à República do Brasil, em 16 de novembro de 1889. Alguns meses depois, mais exatamente no dia 10 de abril de 1890, o Conselho Municipal, por proposição do seu presidente, Artur Índio do Brasil, aprovou projeto fazendo do distintivo do Clube, a bandeira do município de Belém.

Símbolismo

A faixa branca é a faixa planetária e representa o Zodíaco "projetada como um espelho horizontal". Lembra o equador e o gigantesco Rio da Amazônia.

A estrela pertence à constelação da Virgem e é de primeira grandeza. Chama-se Spica e simboliza o destaque do Pará na linha equatorial, visto que, na Bandeira Nacional, o Pará goza de situação privilegiada sobre a faixa "Ordem e Progresso".

O vermelho é a força do sangue paraense, que corre nas veias como um verdadeiro espírito de luta harmonizada, dando provas da dedicação dos patriotas nas causas da adesão do Pará à Independência e à República, realizadas em 15 de agosto de 1823 e 16 de novembro de 1889, respectivamente.

A autoria da bandeira é atribuída ao republicano Philadelfo Condurú.
Fonte: Wikipedia

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

O Pará em destaque I


O Estado do Pará, portal de entrada da Amazônia, situa-se na parte oriental da região Norte do Brasil, ocupando posição privilegiada em termos de localização, dada a sua proximidade com os mercados do Caribe, da Europa, da América Central e da América do Norte.
Limita-se a leste com os Estados do Maranhão e do Tocantins; ao sul com o Estado do Mato Grosso; a oeste com o Estado do Amazonas; e ao norte com o Oceano Atlântico, o Estado do Amapá, o Suriname e a Guiana.
É o segundo maior Estado brasileiro, com superfície de 1.247.702,7 milhões de Km², correspondendo a 32,38% da região Norte e a 14,66% de todo o território nacional.

O Estado do Pará está dividido em 143 municípios, agrupados em seis mesorregiões e 22 microrregiões.
As mesorregiões são assim denominadas :
Do Baixo Amazonas, do Marajó, Metropolitana de Belém, Nordeste Paraense, Sudeste Paraense e Sudoeste Paraense.
A MESORREGIÃO DO BAIXO AMAZONAS - É formada pela união de 14 municípios agrupados em 3 microrregiões : Almerim, Óbidos e Santarém.
A MESORREGIÃO DO MARAJÓ - É formada pela união de 16 municípios agrupados em 3 microrregiões : Arari, Furo de Breves e Portel.
A MESORREGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM - É formada pela união de 11 municípios agrupados em 2 microrregiões : Belém e Castanhal.
A MESORREGIÃO DO NORDESTE PARAENSE - É formada pela união de 49 municípios agrupados em 5 microrregiões : Bragantina, Camétá, Guamá, Salgado e Tomé Açu.
A MESORREGIÃO DO SUDESTE PARAENSE - É formada pela união de 39 munícípios agrupados em 7 microrregiões : Conceição do Araguaia, Marabá, Paragominas, Paraupebas, Redenção, São Félix do Xingu e Tucuruí.
A MESORREGIÃO DO SUDOESTE PARAENSE - É formada pela união de 14 municípios agrupados em 2 microrregiões : Altamira e Itaituba.

  A saúva Trabalhadeira O dia amanheceu preguiçoso, com uma neblina leve que lembrava uma gaze de algodão, se é que existe isso. Os pássar...